Este meu prazer / amor / gosto pela fotografia já rendeu uns bom bocados; teve até profissional local reclamando por eu registrar por ai. Oi?, como assim, meu livre arbitrio acaba aonde os outros determinam que deve acabar? Nana-nina-não. Intrigas à parte. Maldades à parte. Amores à parte.
Sou apenas uma amadora e peço licença para descrever o que se trata amador, no meu linguajar: 'Amador: aquele que ama o que faz e o faz por amor. Por tal razão, não entrega-se à maldade, nem sujeita-se ao mau-caratismo, em decorrência da ética e respeito pelo que faz, por si e pelo próximo, tal como fiz a lei divina'. Esclarecido as dúvidas, à baixo mostro alguns registros que fiz, ano passado, de um casal de amigos, que estavam grávidos. Hoje, desfilam por ai com o lindo Josué, o qual ainda não tive o privilégio de registrar.
Não
reparem no nome escrito em baixo (em fontes diferentes). É que eu
editei uma foto em um dia, no outro achei que deveria mudar a fonte, no
outro eu mudei e assim foi... Tem gente que não gosta, mas eu tenho esse hábito de colocar meu "nome" em baixo nas fotos, quando pretendo posta-las.
Parace chato, clichê. Eu rotulo como hábito ou neura mesmo! haha Postei as fotos como amostra de que quando se quer algo, você busca torna o meio mais acessível, seja para a arte, trabalho, vida pessoal, enfim, para você ou para o próximo. Não é necessário sentir-se menos por não estar adequada ao meio social, que exige uma amostra explicita do que você faz. Como assim? Quando eu chego em eventos para fotografar, portando uma humilde câmera fotográfica semi profissional, ou as vezes, simples de tudo, alguns fotógrafos profissionais logo de cara me olham meio torto, com aquele olhar de 'o que veio fazer aqui, amadora'?! Exageros à parte. Já me senti menos por isso, mesmo acreditando que eu seria capaz de fazer um bom trabalho.
Já me senti menos em diversos campos de minha vida, considerando-me incapaz, pelo fato de que um infeliz (no sentido de infeliz consigo mesmo) disse-me que eu era. E eu, tolinha de tudo acreditei. Hoje, busco incansavelmente desacreditar em todas as asneiras que ouvi na vida, e seguir adianta. Estou prestes a dar um novo passo em minha vida, e quero mostrar para mim mesma a capacidade que eu escondi, por achar que era inútil mostrar. Sim, estou longe de ser uma profissional reconhecida (até por que prefiro à felicidade ao reconhecimento). Talvez, eu nem sequer atue futuramente na área, mas se eu for fazer, farei bem feito, com a certeza de que quem decide meu caminho, sou eu!
De resto, espero aprender bem a lição. Que possamos compartilhar todos experiências positivas, de aprendizados e conquistas. Pois até mesmo um tombo, nos ensina à olhar para o chão e perceber que abaixo de nós há uma pedra / ou um pé, que estava disposto a nos fazer cair e nossa distração deixou com que a situação viesse a ser formada e a queda, concluída. Não precisamos ser perfeitos, somente que nossa essência seja em sua totalidade sincera.
Autoria: Lanita Andrade.
Fotografias: Lanita Andrade.






