Estava fazendo uma análise sentimental de
minha vida - pouca vida por sinal, afinal, 21 anos de uma longa existência é
quase nada!
Percebi que é mais fácil para mim explodir em lágrimas, do que assumir que preciso conversar;
Que é mais fácil afasta as pessoas, por medo de magoá-las do que mudar - hunf, mudar é algo difícil, né?!;
Percebo a cada dia que passa que meu sangue doce para confusão se torna um melado, ou seja, as brigas surgem, quando eu "logo existo";
Que ficar calada pode ser o melhor remédio para mim, para os outros e para todos os outros. As vezes que optei fazer algum comentário sobre algo fui critica, pois pessoas conhecidas deve se manter neutras em diversos assuntos;
Percebo que meu cérebro está cada mais equivocado, minha fala mais intensa, e que ambos nem sempre andam juntos. As palavras saem direto pela boca, sem que sejam filtradas pelo cérebro antes, e acreditem - ou não, dane-se também-, eu utilizo e muito estas curvas corporais cerebrais;
Vejo que a miséria me atinge, o egoísmo, e eu sinto que falar ao menos um bom dia para um desconhecido que seja, eu já fico bem. Não sei como, mas vezes os outros sorrirem surpresos por alguém te cumprimentar, é algo quase mágico;
Percebo que as pessoas estão cada vez mais propensas a não gostarem de mim, por algo que eu não falei ou que eu tenha falado, por algo que eu não fiz ou tenha feito, e fecharem-se de mim é mais fácil do que me deixar participar deste momento que pode ser libertador para ambas as partes, e no quesito liberdade linguística sentimental, eu estou quase "manjando bem";
Escrevo, escrevo e escrevo não com a intenção de que leiam mas com a intenção de que meu sentimental, que está aguçado, não se exploda dentro de mim.
E quase no fim dessa análise, cheguei a conclusão de que concluir algo não é minha praia, pois o fim me assusta, mas é necessário, sendo assim, concluo cada dia uma etapa que me foi designada, quer eu saiba qual seja, quer eu não saiba.
Aos que se identifiquem, eu lhes digo, não somos os únicos. A mim eu digo, pode chorar mais um pouco, que amanhã passa!
Percebi que é mais fácil para mim explodir em lágrimas, do que assumir que preciso conversar;
Que é mais fácil afasta as pessoas, por medo de magoá-las do que mudar - hunf, mudar é algo difícil, né?!;
Percebo a cada dia que passa que meu sangue doce para confusão se torna um melado, ou seja, as brigas surgem, quando eu "logo existo";
Que ficar calada pode ser o melhor remédio para mim, para os outros e para todos os outros. As vezes que optei fazer algum comentário sobre algo fui critica, pois pessoas conhecidas deve se manter neutras em diversos assuntos;
Percebo que meu cérebro está cada mais equivocado, minha fala mais intensa, e que ambos nem sempre andam juntos. As palavras saem direto pela boca, sem que sejam filtradas pelo cérebro antes, e acreditem - ou não, dane-se também-, eu utilizo e muito estas curvas corporais cerebrais;
Vejo que a miséria me atinge, o egoísmo, e eu sinto que falar ao menos um bom dia para um desconhecido que seja, eu já fico bem. Não sei como, mas vezes os outros sorrirem surpresos por alguém te cumprimentar, é algo quase mágico;
Percebo que as pessoas estão cada vez mais propensas a não gostarem de mim, por algo que eu não falei ou que eu tenha falado, por algo que eu não fiz ou tenha feito, e fecharem-se de mim é mais fácil do que me deixar participar deste momento que pode ser libertador para ambas as partes, e no quesito liberdade linguística sentimental, eu estou quase "manjando bem";
Escrevo, escrevo e escrevo não com a intenção de que leiam mas com a intenção de que meu sentimental, que está aguçado, não se exploda dentro de mim.
E quase no fim dessa análise, cheguei a conclusão de que concluir algo não é minha praia, pois o fim me assusta, mas é necessário, sendo assim, concluo cada dia uma etapa que me foi designada, quer eu saiba qual seja, quer eu não saiba.
Aos que se identifiquem, eu lhes digo, não somos os únicos. A mim eu digo, pode chorar mais um pouco, que amanhã passa!
Autoria: Lanita Andrade.
Fotografia: Daniel Viegas (Aripuanã - MT).
