Já percebeu a quantidade infinita de vezes que nos
esquecemos de nós mesmos? Parece até papo de louco, não é? Como assim se
esquecer de si mesmo?... Não, não é algo impossível, algo que as vezes eu
faço tão constantemente que nem percebo quando o faço. Me pego pensando nos
problemas que os amigos possuem, que meus familiares possuem, e fico querendo
resolver todos, achando que isso vá diminuir os meus. E sabe de uma coisa, um
segredinho: NÃO vai! É isso mesmo, se preocupar demais com o próximo e querer
ajudar não vá te fazer mais feliz, a menos que atue na psicologia ou
psiquiatria, e mesmo assim ainda há de ter questões da sua vida que vão exigir
sua atenção, e você irá ter que se esquecer um pouco dos outros para
soluciona-las.
A religião diz que devemos amar ao próximo como a nós
mesmo, mas não viver o próximo. Em algum momento, você vai querer que alguém
cuide de você, e sabe oque vai perceber? Que não há ninguém em terra para
cuidar de você como você cuida dos outros, a não ser você mesmo. E por este
motivo eu te indico uma visita ao seu mundo interior... observe-se, analise a
falta que faz a si mesmo. Se dê de presente um pouco mais de atenção, seja ela
externa ou interna.
O tempo passa a uma velocidade tão brusca que nem sempre
o vamos passar, quando percebemos, lá se foi o Sr. Tempo, com sua bagagem. E ao
invés de acompanha-lo, ficamos, com a nossa bagagem, escrito nela a palavra
'saudade'. Muitas das vezes saudades do que não vivemos, do que não
sentimos, do que não tivemos... do que não aconteceu. Sua vida pode ser mais
direcionada, mais direta. Direcione-a para aquela imagem que reflete no espelho
toda vez que e você quem esta a frente dele, e decida qual rumo tomar, com oque
se preocupar. Quando
o importante é você, não queria mudar, dê atenção para esse alguém que
também tem sonhos, problemas, vive na correria, que sorri e que chora. As
vezes, só as vezes, é o que importa.
Autoria: Lanita Andrade.
Autoria: Lanita Andrade.
